segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Ai que saudades!

Ai que saudades!!!

Quando vejo hoje em dia pela altura do Natal, as pessoas adultas e vacinadas fazerem tão enorme quantidade de compras, pergunto-me. Onde se encontra no meio de todas essas compras, o espírito natalício?

Absolutamente, em lado nenhum. Todos estão contentes unicamente, ao pensarem nas prendas que vão dar e principalmente nas que vão receber.

Não vejo nos olhos das pessoas, o brilho das emoções que eu então sentia.

Apenas aproveitam para esbanjar, a torto e a direito o que têm e mesmo o que não têm, pois nesta época natalícia mesmo com a crise mundial, as pessoas ultrapassam muitas vezes a medida das suas possibilidades. Nem a crise consegue reduzir o consumo, nesta época natalícia. Enquanto isso, existem milhões de pessoas por esse mundo fora a passarem fome, por não terem meios de subsistência.

O dia de Natal, transformou-se num dia de enormes despesas. Talvez o dia onde as pessoas mais consomem. São brinquedos a granel, sem peso nem medida. É um dia, onde as pessoas parecem ter perdido o controlo, sobre o orçamento familiar. É principalmente, o melhor dia do ano para o comércio. Tenho mesmo a impressão de que as pessoas pensam em tudo, menos na definição da palavra Natal.

As reuniões familiares no dia de Natal, já não têm o mesmo sabor. Em tempos idos, essas reuniões eram aproveitadas para um convívio fraternal, onde todos se sentiam felizes e impregnados do espírito natalício. Muitas velhas zangas acabavam-se nesse dia, enquanto os protagonistas conversavam amigavelmente.

Nesse dia, em vez de comermos à mesa, punha-mos algumas mantas ou cobertores estendidos no chão em soalho, as panelas ou tachos cheios de bacalhau, batata cozida e alguns legumes pousados em cima das mantas no centro e nós sentávamo-nos nas beiras das mantas, à volta dos tachos com o prato à nossa frente. A nossa ceia nesse dia, era um jantar melhorado. Como doçaria tínhamos o bolo-rei e algumas doçarias caseiras. Também não faltavam as rabanadas e a aletria. Isto, em bons anos.

As pessoas no fim da ceia, iam à missa do galo e no regresso a casa, íamos ver os nossos socos ou tamancos na chaminé para desembrulharmos o papel jornal, onde encontrávamos algumas; castanhas, nozes ou figos secos. Nas casas de famílias humildes, eram essas as nossas prendas. E só com isso, já nos dávamos por felizes pois sabíamos que em muitos lares, nem isso tinham. Depois, enquanto comíamos algumas castanhas ou nozes, os adultos contavam lindas histórias que eu adorava ouvir, enquanto o tempo passava. Quando acabavam as histórias, começávamos a jogar a feijões pela noite dentro, ao quino (loto) ou à rapa. Nos tempos do arroz de quinze, esse dia tinha muito mais valor e encanto. Por vezes, acabávamos o serão indo cantar cânticos de Natal a casa de familiares, ou então eram eles que vinham à nossa.

O progresso é muito importante, mas neste dia, eu preferia não ter televisor em casa. Hoje, as novas gerações preferem ver filmes. Ficam a ver filmes, uns atrás dos outros, até lhes dar o sono. O dito convívio, é praticamente inexistente.

Em vez de ser um serão reservado ao convívio familiar, passou a ser um serão entregue à televisão. Pelo que vejo nos dias de hoje, esse dia, perdeu todo o seu significado. As pessoas de hoje, não se interessam pelo nascimento de Jesus Cristo. Só pensam no pai Natal e nos presentes que “ele” possa trazer!

Só os inúmeros presentes têm valor. O resto, é conversa fiada. Enfeitamos o pinheiro, fazemos o presépio, mas depois é como se nem o tivéssemos feito. Pura e simplesmente, esquecemo-lo no canto onde o fizemos.

Da forma como hoje as pessoas reagem ao Natal, praticamente não existe cristianismo.

Portanto o Natal é uma festa cristã, mas os cristãos hoje em dia o que querem é rambóia


Ó tempo, volta para trás

Traz-me os Natais que eu vivi

Tem pena e dá-me a paz

Que nesses Natais senti

Traz de volta a dignidade

Desses Natais de outrora

Faz-me matar a saudade

Não esperes, fá-lo agora


Para todos,

um

Santo

e

Feliz Natal,

e

um próspero Ano Novo,

repleto de Saúde,

Paz, Amor e Alegria!

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Que Justiça?

Que Justiça?

Hoje Sábado, dia 26 de Dezembro 2009, fui tomar o meu cafezinho à habitual pastelaria que fica a uns 300 metros de minha casa. Entrei como de costume e deparei-me com o jornal de notícias da casa, pousado na mesa onde me fui sentar, o que não é habitual pois costuma estar junto às revistas, num armário com uma vitrina para esse efeito.

Olhei para o dito jornal e foi então que reparei num título que atraiu a minha curiosidade.

Acusado de homicídio, por matar assaltante. Procurei o artigo nas páginas respectivas e comecei a ler os comentários. Como sou apologista de uma Justiça digna mas firme para com os criminosos, fiquei revoltado com a inversão que a Justiça? (fez), no que diz respeito aos presumíveis culpados. Então não é, que a nossa justiça com um j dos mais minúsculos que existem, acaba de acusar de homicídio, a vítima do assalto à sua ourivesaria?

O criminoso bandalho que veio a falecer, só teve o fim que merecia, pois que além de ter sido impedido pelos capangas de disparar a matar (ainda dentro do estabelecimento) sobre aquele a quem estava a roubar, uma vez lá fora ao fugir, continuou com os disparos deixando rastos dessa violência, nos muros do prédio. Que Justiça digna desse nome, acusa as vítimas que ousam responder em legítima defesa, aos ataques cada vez mais violentos e mesmo fatais, dessa escumalha?

Esses energúmenos fugiram, com mais de 200 mil euros em mercadoria (tendo-a vendido a um desonesto funcionário de outra ourivesaria), pela módica quantia de 7 mil euros) deixaram o amigo morrer por falta de assistência, pois continuaram os assaltos com o capanga a agonizar dentro do carro, mas no fim, passados 5 meses a nossa Justiça indigna desse nome, em vez de condenar o resto da quadrilha (por essa falta de assistência) acusa a vítima, de homicídio.

Pelos vistos, o assaltado só seria considerado vítima, se tivesse ficado impassível e morresse atingido pelas balas dos seus assaltantes. É no mínimo, revoltante.

Além disso, esses amigos do alheio já tinham (na sua maioria) cadastro judicial suficiente para se encontrarem “hospedados” num dos hotéis do Estado português, por uns largos anos. Só não se encontram na prisão, por termos a justiça que temos e que facilita a vida dos criminosos.

Assaltos a outras ourivesarias, a bancos, a residências, postos de combustíveis, carjackings em abundância, em várias cidades do grande Porto e mesmo na capital do móvel etc. Enfim! Um currículo invejável nos meios criminais e tendo em conta a idade dos protagonistas. Eram indivíduos para quem a violência fazia parte do seu quotidiano. Como neste último caso, não hesitavam a disparar mesmo desnecessariamente, contra as próprias vítimas.

Sinto-me revoltado e mesmo insultado como cidadão, por vermos nas nossas instituições judiciais, tamanhas injustiças!

Como poderemos nós confiar numa justiça que, em vez de acusar e condenar os criminosos, acusa e muitas vezes condena as vítimas? É mesmo, o paradoxo dos paradoxos!

Com tudo isto, também culpo esses deputados que votam ou votaram leis, que dificultam a vida de quem produz, facilitando a vida da escória. Exercerão alguns desses deputados, o mesmo ofício? Ou então, terão uma cota parte dos lucros? Por vezes, é essa a impressão que tenho quando vejo nos canais de televisão, um deputado a justificar essa extrema violência com argumentos, que só nos induzem a acreditar que se encontram, do outro lado da barreira.

Esses indivíduos, facilitam o trabalho dos advogados da defesa, dos criminosos!

Ao contrário dessa gentalha política, eu sou de opinião de que nada justifica o roubo e a violência, nem mesmo a pobreza. Eu sou oriundo de uma família pobre e numerosa, tendo passado por imensas dificuldades, mas nunca usei desse pretexto para enveredar por esse caminho. Trabalhar com garra, foi sempre o meu lema.

Pode cansar e fazer suar, mas dá-me mais dignidade!

Infelizmente, muita gentinha só consegue viver do crime (deve ser menos cansativo e mais produtivo) e muitas vezes a Justiça, ao contrário daquilo que apregoa, compensa o crime quando manda para casa os criminosos, apanhados em flagrante delito.

Não quero, que o crime compense!

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Escândalo e vergonha judicial!

Caso Madeleine (Maddie)

Escândalo e vergonha judicial!

Escandalosa e vergonhosamente, este drama mostra-nos as facetas de uns pais desnaturados. Com o pretexto de poderem ir jantar com uns amigos íntimos”, abandonaram três filhos num quarto de hotel, com as janelas semi-abertas e a porta da entrada do quarto, apenas fechada com o trinco.

Estes pais, são da classe média alta inglesa (imaginem se não fossem), são médicos e mesmo assim, não hesitaram a abandonar essas inocentes crianças, para poderem tranquilamente jantar? Com outros casais.

Abandonar os filhos sozinhos em casa, é crime passível de pena de prisão em Portugal. Eles seriam no mínimo, acusados do abandono de três filhos menores donde a mais crescidinha, estaria prestes a fazer quatro anos. Poderiam (segundo a Lei portuguesa), ser julgados e condenados, a pena de prisão e retirarem-lhes a tutela dos gémeos.

Os testemunhos do pai, (segundo a Imprensa), não coincidiam com os da mãe. Os testemunhos dos amigos, também não coincidiam com os de nenhum dos pais, nem entre eles. Existiam muitas discrepâncias (sempre segundo a Imprensa). Os testemunhos não eram unânimes. Contornos no mínimo, obscuros.

Foi um caso badalado, em toda a imprensa escrita, nacional e internacional, da mais rasca à mais credível, mas também pelos canais de Rádio e Televisão do mundo inteiro. Todos especulavam e avançavam, com hipóteses e suposições diversas. Umas credíveis, outras completamente disparatadas.

Fez-se uma enorme publicidade à volta deste caso dramático, do nunca

antes visto em Portugal. Ainda e sempre segundo a Imprensa, houve ingerência da parte da classe política inglesa, ficando no ar, uma eventual participação da nossa classe política. A confirmar-se, seria grave e considerado tráfico de influência e por consequência deveria ser severamente punido por Lei.

Isto aconteceu no nosso país e o processo deveria ser orientado e dirigido unicamente pelos nossos investigadores.

O nosso país, perdeu credibilidade aos olhos do mundo, com a forma como foi dirigida (desde o início), esta investigação.

Não só os deixaram em liberdade, como os autorizaram a entrar no país deles. Agora, que eles se sentem seguros, aproveitam para lançarem ameaças, a este fraco Estado português.

Na minha modesta opinião, eles nunca deveriam ter sido autorizados, a abandonarem Portugal.

Neste momento, diz-se em toda a Imprensa escrita e audiovisual, que essas pessoas não afastam a possibilidade, de processar o Estado português. Dentro em breve, esses vermes estarão a pedir uma indemnização, até porque com esse arquivamento, foram praticamente inocentados do crime, que realmente cometeram. Abandono dos filhos. O resto, fica por desvendar!

Existem pistas credíveis como; rastos de sangue no apartamento, na viatura que os pais alugaram e até na roupa de um dos pais. Pelos vistos, não foram suficientes, pois que eles neste momento, estão em completa liberdade. Quem serão esses pais, que nos dão a nítida impressão de serem protegidos. Amados? Detestados mas perigosos, ao ponto de serem temidos?

Dou asas à minha imaginação e cheguei à conclusão, de que tudo é possível.

Com a decisão de arquivarem o processo, o ministério público mostrou a sua incompetência (ou retiraram-lhe o poder?) na matéria. Como ficou provado, os pais são culpados por abandono. Como tal deveriam ser julgados e não estarem, a pensar processar o Estado português.

É lamentável que se fique com a impressão, que não se quer descobrir os criminosos. Prejuízo em milhões mas principalmente, perda de uma inocente vida humana! Sim, porque eu acredito que a criança morreu e que existam pessoas que o sabem. Só que não podem dizer, porque há qualquer coisa ou alguém que os apavora. Se o mar algarvio ou do sul de Espanha pudessem falar, hummm... É possível que nos contassem alguma coisa! Se o corpo da criança aparecer, eu sou de opinião que independentemente de se descobrir o, ou os assassinos e que mesmo que não seja nenhum dos pais, que seja ou não por acidente, os pais deveriam ser condenados na condição de homicidas por negligência.

Caso: TVI?
2009


Já todos ouvimos falar da tentativa que houve para silenciar a verdade!
O Estado, com a cumplicidade mais do que evidente do Governo, tentou apoderar-se daquele único canal de televisão, que se atreveu a denunciar em Portugal, aquilo que já todos sabem na Inglaterra. Todos ouviram George Smith dizer que o nosso 1º Ministro, é um corrupto. A SIC, que como toda a gente sabe, tem um presidente assumidamente socialista, até já tomou publicamente posição pelo governo, dizendo mal do jornal da Sexta-Feira na TVI.
Com esta posição, o presidente da SIC mostrou a falta de imparcialidade que emana da sua pessoa, dizendo-nos claramente com o seu incondicional apoio a José Sócrates, que o melhor seria o português continuar na ignorância dos podres da nossa classe política e neste caso, do nosso 1º Ministro José Sócrates. O responsável da SIC, mais uma vez mostrou a sua cor política, passando o seu profissionalismo para 2º plano. É lamentável encontrarmos disto num canal privado e que por isso mesmo deveria ser imparcial.
Ele (o Governo), ao ver falhar as suas manobras para arquivar o processo da Freeport, tentou de seguida, numa derradeira e muito desesperada tentativa, apoderar-se da única voz que fala. A TVI. A única voz que nos informa. Tentou apoderar-se de um canal de televisão, na intenção de o silenciar. Constitucionalmente falando, isto é mais um caso de censura. Isto mostra-nos aquilo de que este governo é capaz. Anti-democrático mas também ditatorial, quando alguém lhe descobre os podres.
Como este caso veio a público, o governo já não avançou com esse esquema, dando-nos algumas esfarrapadas desculpas para justificar a sua desistência. O que todos já demos conta é que, a partir dessa data, a TVI deixou de fazer alarde da sua frontalidade e franqueza, no processo da Freeport. De seguida, depois do presidente da TVI ter vindo a público declarar que ninguém impediria a TVI de dizer a verdade, o facto é que neste momento, José Eduardo Moniz já não se encontra à frente desse canal. Os comentários no que diz respeito ao processo Freeport foram postos em; banho Maria.
Porque será? Será do Guaraná?
Todos conhecem alguns dos podres provados, do nosso actual 1º Ministro e também da sua família.
Vou enumerar alguns, que vieram à luz do dia e que quase toda a gente sabe. Compra de apartamento de Luxo ou em zona chique de Lisboa; 2 terços do preço praticado. A Sra. sua mãe, também obteve uma redução de 50 mil euros, na compra do seu. Os terrenos do nome Sócrates e família, também são sobrevalorizados em quase duas vezes e meia nos preços praticados, aquando de expropriações para obras de interesse Público. As indemnizações por expropriações aos outros donos de terrenos, ao lado dos de nome Sócrates ou família e com as mesmas áreas, são cerca de duas vezes e meia mais pequenas.
Não admira portanto e eu acredito, que possam existir muito mais situações de promiscuidade e ilegalidade no seu passado, como agora no seu presente.
Mais do que nunca, torna-se necessário saber a verdade. Mais do que nunca, torna-se necessário afastar investigadores ou juízes, com evidentes sinais de cor política. Mais do que nunca, torna-se imperativa a existência de uma Justiça, digna desse nome.
Os políticos não devem estar acima da lei. Os partidos não devem, quando um dos seus elementos se encontra em dificuldades com a Justiça, ter o poder de manipulá-la, com o envio de Magistrados ou Juízes conhecidos pela sua cor partidária.
Queremos que as investigações sejam dirigidas, por gente honesta e idónea.
Gente com carácter, com princípios e valores, na Justiça, assim como na política. Que parem de berrar e gesticular. Falem menos e façam mais.
Este governo, pratica muito o plagiato. Quando algumas bancadas da AR, propõem medidas no intuito de fazer com que o caranguejo (País) ande para a frente, o governo começa por ignorá-las com prepotência e até desprezo mas passado algum tempo apresenta como suas, as mesmas medidas com alguns insignificantes ajustes. Com estas acções, o governo perde credibilidade. Largas dezenas de milhares de portugueses, assistem sentados no sofá em casa, a tudo o que é dito na televisão pelos diversos intervenientes na AR. É uma vergonha, vermos certas cenas na AR.
Eles (os espectadores) não são surdos nem cegos e merecem mais respeito.
É para isso que pagamos os nossos impostos.

M. A. R. Da Silva

Poeira para os olhos!!!

O que se passa com este processo? A Justiça, mais parece um Circo! Será para rir?

A triste cena que a nossa justiça faz neste momento, é mesmo deprimente. Agora, a sentença anunciada ontem, foi um engano hoje. E amanhã, o que será?

Por favor Srs. Magistrados do Ministério Público! Vamos parar imediatamente com esta comédia, e apresentar um trabalho digno e coerente. Isto mais parece uma das novelas da TVI, onde todos se metem a querer adivinhar, quem matou o António. Vós dais-me a impressão de vos teres perdido, no dédalo das vossas complexidades. Respirai fundo e mostrai que podeis fazer melhor. Nesse andar, não ides longe.

O vosso tempo, é dinheiro tirado do bolso dos contribuintes e esses mesmos contribuintes, exigem resultados na prática. Não vos envergonha, a frase mais falada no nosso país? Que a culpa, morre quase sempre solteira? Essa frase, é desprestigiante para a nossa Justiça, mas também para o nosso país.

Já sei. Aquela sentença, não passou de uma fórmula que vós encontrastes para que o Zé-povinho desvie a atenção, sobre os constantes erros dos nossos governantes.

Perdão, era só uma piada. Eu sei que não tem graça, mas o que tem ainda menos graça, é vós não teres encontrado os verdadeiros culpados. O nosso país, não está podre de rico para se permitir esbanjar largas dezenas de milhares de euros, em investigações durante 4 ou 5 anos, e que nos digam ao fim desse tempo todo, que não há culpados. Eu não quero uma ou várias cobaias. O que eu quero, é que a vossa investigação leve o culpado ou os culpados, à barra dos tribunais.

Os avisos feitos pelos utilizadores tanto pedonais como automobilistas, deveriam servir para levar os responsáveis pela manutenção da estrutura, a tomar providências. Se o não fizeram, foi por negligência. Essa negligência, provocou a derrocada do tabuleiro e ceifou muitas vidas.

Não devemos fechar os olhos e fazer como se nada tivesse acontecido. Morreram 59 pessoas ao atravessar uma ponte, em evidente estado de degradação e não há culpados? Quem vai acreditar nisto? Eu não posso nem quero acreditar, que a negligência não tem culpa nesse drama. E essa negligência tem responsáveis. E esses responsáveis (culpados) neste momento, estão-se a rir.

Isto não é um arquivamento do processo. É pura e simplesmente a prova da indiferença que a Justiça mostra, pelos familiares das vítimas.

Um abandono total para não dizer, desprezo pelos órfãos e por todos aqueles que perderam familiares. O abandono da Justiça, pela Justiça. E o Estado torna-se cúmplice e culpado dentro do respectivo ministério, pois também ele falhou na sua super-visão.

Conclusão: A queda da ponte de Entre-os-Rios, foi um crime por negligência da parte de todos aqueles, que têm como função a manutenção dessas estruturas, Estado incluído.

Assim o Estado, faz como Pilatos. Lava-se as mãos ficando limpo (isento), de toda a responsabilidade. O nosso Estado é um génio nestas artimanhas. É perito em ludibriar os contribuintes. Não nos deixemos enganar por este Estado. Não aceitemos que não hajam culpados. O que ele não quer, é ter que pagar.

Infelizmente, há muitos funcionários e mesmo engenheiros, que entram com cunhas e tráfico de influência ao serviço do Estado, ou simplesmente pela cor política, sem terem as competências nem as qualificações adequadas ao posto necessário. Depois dá em dramas e não encontram os culpados. É um evidente sinal de desprezo pelos contribuintes.

Abaixo com esses métodos.

Balança da “Justiça” que temos!!!

Dois pesos, duas medidas!

Uma para os pobres e inocentes, outra para os ricos e poderosos.

Uns são gramas, outros são toneladas.

Uns cms, outros klms.

= Apartheid!

Exmo. Sr 1º Ministro!

Venho por este meio aconselhá-lo a continuar a prometer coisas que não vai cumprir, até porque o Sr. 1º Ministro já viu e muito bem, que o povo português acredita ou quer acreditar, em tudo o que o Sr. 1º Ministro diz.

Estou a ver que o Sr. 1º Ministro, conhece bem o ditado que diz: pela boca morre o peixe, pois é o Sr. que, com palavras proferidas pela sua boca, consegue apanhar tantos incautos, na sua rede de mentiras. Não tem vergonha?

Que estou eu para aqui a dizer? Não deve conhecer a definição dessa palavra, pois continua com a mesma lenga-lenga.

O povo português é assim. Satisfaz-se com promessas. Gosta de sofrer.

Agora que a sua legislatura se aproxima do fim, lá começa o Sr. 1º Ministro com algumas medidas eleitoralistas, tentando pôr as culpas da incompetência do seu governo, perante esta crise global que, só recentemente atingiu o mundo. E aproveita para fazer promessas, sabendo que não vai cumprir.

Portugal não esperou por esta crise, que é muito recente. Temos o país em constante estado crítico, desde o 25 de Abril. Só os políticos é que não vêem.

Vá aproveitando enquanto pode esta crise como pretexto, porque no dia em que ela terminar, a sua incompetência virá de novo ao de cima. Quem nasce torto, nunca se endireita.

Sr. 1º Ministro! Incompetência e lábia, não lhe faltam. Os resultados é que não aparecem. Sabe como é. Lábia, não significa competência e mentiras ainda menos. Se vê que não tem as competências necessárias à governação do país, entregue a pasta a outro. Seria muito mais digno para si demitir-se, do que continuar a mostrar essas mesmas incompetências. Tamanha incompetência, só tem de igual; a sua própria arrogância.

As suas mentiras aliadas à sua incompetência, levaram o país à banca rota.

Se no início do seu mandato o país estava de tangas, neste momento, não só já não temos tangas, como à força de apertar o cinto, só temos pele e osso. E tudo isto, já antes desta crise.

O Sr.1º Ministro faz sempre comparações positivas do nosso país, para com o resto da Europa, mas encontramo-nos cada vez mais firmemente, instalados na cauda.

Só de pensar que poderá continuar mais quatro anos, sinto calafrios.

As suas promessas no que diz respeito ao emprego, foram largamente cumpridas e até ultrapassadas, «no sentido inverso». O desemprego atinge neste momento cerca de meio milhão de pessoas, sem contar mais de uma centena de milhares de pessoas que emigraram para o mundo inteiro, durante o seu mandato.

Eu tenho 61 anos e nunca vi tanto português, a fugir para o estrangeiro. Digo fugir, pois este é o termo mais adequado. Fugir, para tentar evitar que a sua casa seja leiloada. Muitos até fogem, porque não ganham o suficiente para subvencionarem o sustento às suas famílias, que passam fome.

Cá em Portugal, há muito desempregado que já não consta na lista de desemprego, pois a sua táctica de fazer seguir um curso de formação profissional, a largas dezenas de milhares desses mesmos desempregados, levou o Estado a retirar-lhes esse estatuto. Mais uma mentira. Camuflagem do desemprego, mas também da incompetência deste governo.

Noutros países, isso seria considerado ilegal.

Teve a faca e o queijo nas suas mãos, para governar o país com a maioria absoluta, mas não teve capacidade para disso tirar proveito. Agora, ainda pede outra maioria absoluta, como se estivesse satisfeito com a falta de resultados obtidos.

É preciso ter uma grande lata.

As promessas que nos fez aquando das eleições Sr.1º Ministro, não passaram de uma fraude. Perdão; mentira. No emprego, na saúde e na educação, na segurança no ambiente (onde se praticou recentemente o abate de 1.400 sobreiros) o Sr. 1º Ministro, fez História. Nunca os seus antecessores lhe chegaram aos calcanhares “no mau sentido”. As gerações futuras dar-lhe-ão o cognome de anedota, pois todo o seu mandato se resumiu (na minha modesta opinião, a uma história mal contada No interesse do seu país, do seu povo e do seu partido; vá-se embora. Se ama o seu país e o seu povo, não queira a nossa desgraça e faça um gesto de solidariedade para connosco. Demita-se e mude de ramo. Não terá grandes dificuldades em encontrar outro emprego, “até porque tem muitos conhecimentos.”

Se assim o fizer, prometo que serei magnânimo consigo. Será perdoado pelos seus erros, pelo menos da minha parte.

Aliás, a sua demissão seria o meu melhor presente de Natal.

Seja este ano, o meu Pai Natal! Prometo que nunca o esquecerei. Obrigado Sr. 1º Ministro e boa sorte no seu novo emprego.

1º Ministro

Sócrates

Dizedor de mentiras

Dizei-me lá, Srs. deputados!

Dizei-me lá, Srs. deputados!

As várias reformas chorudas, dos nossos políticos e gestores de instituições públicas.

Alguma vez, a nossa AR parou para reflectir um pouco que seja, nesse enorme problema que são as multi-reformas, de muitos dos nossos políticos e gestores públicos?

Digam-me senhores deputados porque eu não sei, pois não tenho acesso a esta matéria, quantas chorudas reformas, recebem Ramalho Eanes, Mário Soares, Jorge Sampaio e o actual Presidente da República?

Digam-me porque também não tenho acesso, quanto recebe o incompetente presidente do banco de Portugal e se ele já não está a receber, uma ou várias reformas ou aposentações?

Já agora, aproveito a boleia para perguntar. Quanto recebem entre salários mordomias e quem sabe, pensões e aposentações, os presidentes da GALP, da RTP, da EDP, da TAP e de outras instituições públicas?

Gostaria de receber todas as respostas, sobre este assunto que me interessa.

Não levem a mal por eu fazer tantas perguntas, mas as respostas são-me indispensáveis para que eu possa desenvolver um comentário, sobre estas coisinhas pouco importantes e apresentá-las na minha apresentação ao Júri, no processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências para o 12º Ano.

Como devem compreender, a vossa ajuda ser-me-ia não somente muito útil, como também seria a fonte mais “credível” para este tema, que vou tentar desenvolver o melhor que possa e saiba.

Não poderia desenvolver um tema destes, sem ter fontes credíveis, dignas e de boa fé.

Por favor, respondam.

P: S: Considerando este assunto, da mais relevante importância para o País e o seu povo, seria com enorme prazer que me apresentaria na AR com este tema por mim desenvolvido e quem sabe com propostas sérias e decentes, no intuito de acabarmos com aquilo a que ousarei classificar como, atentado à nossa saúde económica.

Penso propor medidas suficientemente enérgicas mas também credíveis, no intuito de erradicarmos esse cancro, pela raiz.

Estarão de acordo comigo se vos disser que considero um crime, receber várias e chorudas reformas ou pensões e continuar a receber mais um chorudo salário, seja como gestor numa qualquer instituição pública ou empresa privada? Alguns desses senhores, rondam as 8 décadas de vida e deveriam encontrar-se sentados em frente a uma lareira, tentando aquecer os pés.

Em vez disso, estão a roubar o lugar aos milhares de licenciados que continuam desempregados, na espera de uma oportunidade de emprego que lhes permita mostrarem, aquilo que valem. Oportunidade que lhes é recusada. Em vez de darem uma oportunidade à juventude, continuam a empregar esses idosos, como se de necessitados ou carenciados se tratasse.

Acham isso bem?