Caso Madeleine (Maddie)
Escândalo e vergonha judicial!
Escandalosa e vergonhosamente, este drama mostra-nos as facetas de uns pais desnaturados. Com o pretexto de poderem ir jantar com uns amigos “íntimos”, abandonaram três filhos num quarto de hotel, com as janelas semi-abertas e a porta da entrada do quarto, apenas fechada com o trinco.
Estes pais, são da classe média alta inglesa (imaginem se não fossem), são médicos e mesmo assim, não hesitaram a abandonar essas inocentes crianças, para poderem tranquilamente jantar? Com outros casais.
Abandonar os filhos sozinhos em casa, é crime passível de pena de prisão em Portugal. Eles seriam no mínimo, acusados do abandono de três filhos menores donde a mais crescidinha, estaria prestes a fazer quatro anos. Poderiam (segundo a Lei portuguesa), ser julgados e condenados, a pena de prisão e retirarem-lhes a tutela dos gémeos.
Os testemunhos do pai, (segundo a Imprensa), não coincidiam com os da mãe. Os testemunhos dos amigos, também não coincidiam com os de nenhum dos pais, nem entre eles. Existiam muitas discrepâncias (sempre segundo a Imprensa). Os testemunhos não eram unânimes. Contornos no mínimo, obscuros.
Foi um caso badalado, em toda a imprensa escrita, nacional e internacional, da mais rasca à mais credível, mas também pelos canais de Rádio e Televisão do mundo inteiro. Todos especulavam e avançavam, com hipóteses e suposições diversas. Umas credíveis, outras completamente disparatadas.
Fez-se uma enorme publicidade à volta deste caso dramático, do nunca
antes visto em Portugal. Ainda e sempre segundo a Imprensa, houve ingerência da parte da classe política inglesa, ficando no ar, uma eventual participação da nossa classe política. A confirmar-se, seria grave e considerado tráfico de influência e por consequência deveria ser severamente punido por Lei.
Isto aconteceu no nosso país e o processo deveria ser orientado e dirigido unicamente pelos nossos investigadores.
O nosso país, perdeu credibilidade aos olhos do mundo, com a forma como foi dirigida (desde o início), esta investigação.
Não só os deixaram em liberdade, como os autorizaram a entrar no país deles. Agora, que eles se sentem seguros, aproveitam para lançarem ameaças, a este fraco Estado português.
Na minha modesta opinião, eles nunca deveriam ter sido autorizados, a abandonarem Portugal.
Neste momento, diz-se em toda a Imprensa escrita e audiovisual, que essas pessoas não afastam a possibilidade, de processar o Estado português. Dentro em breve, esses vermes estarão a pedir uma indemnização, até porque com esse arquivamento, foram praticamente inocentados do crime, que realmente cometeram. Abandono dos filhos. O resto, fica por desvendar!
Existem pistas credíveis como; rastos de sangue no apartamento, na viatura que os pais alugaram e até na roupa de um dos pais. Pelos vistos, não foram suficientes, pois que eles neste momento, estão em completa liberdade. Quem serão esses pais, que nos dão a nítida impressão de serem protegidos. Amados? Detestados mas perigosos, ao ponto de serem temidos?
Dou asas à minha imaginação e cheguei à conclusão, de que tudo é possível.
Com a decisão de arquivarem o processo, o ministério público mostrou a sua incompetência (ou retiraram-lhe o poder?) na matéria. Como ficou provado, os pais são culpados por abandono. Como tal deveriam ser julgados e não estarem, a pensar processar o Estado português.
É lamentável que se fique com a impressão, que não se quer descobrir os criminosos. Prejuízo em milhões mas principalmente, perda de uma inocente vida humana! Sim, porque eu acredito que a criança morreu e que existam pessoas que o sabem. Só que não podem dizer, porque há qualquer coisa ou alguém que os apavora. Se o mar algarvio ou do sul de Espanha pudessem falar, hummm... É possível que nos contassem alguma coisa! Se o corpo da criança aparecer, eu sou de opinião que independentemente de se descobrir o, ou os assassinos e que mesmo que não seja nenhum dos pais, que seja ou não por acidente, os pais deveriam ser condenados na condição de homicidas por negligência.
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