segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Onde foi que erramos?

O governador do Banco de Portugal!

"Onde foi que erramos"?

Que faz o governador desse banco? Tudo, menos trabalhar. Ou seja, nada que justifique o exorbitante salário que aufere. Se ainda fizesse um bom trabalho!
Anda por aí a ASAE a dar cabo da vida dos pequenos comerciantes, aplicando-lhes multas muito pesadas quando não os obrigam a fechar, porque não respeitam as regras impostas pela CEE, e os bancos andam em completa liberdade a dar cabo do dinheiro daqueles, que neles confiaram. Esses individuos da ASAE, muitas vezes até abusam do poder que têm para destruir a vida, daqueles que geram trabalho.
Uns usam e abusam do poder, enquanto outros, se contentam de receber (salários chorudos) e deixar andar. Andam por aí tantos fiscais, a controlar empresas que valem tostões e àqueles que são apanhados em pequenas fraudes castigam-nos tão severamente, que muitos, nunca mais se levantam. Esses fiscais mal ou bem, fazem o trabalho para o qual são pagos, enquanto que na supervisão dos bancos, é uma autêntica bandalheira!
Para que servem o Victor Constâncio e as suas equipas de supervisores, se não fazem o trabalho que lhes compete? Fiscalizar os bancos e travar o fluxo de capitais, que parte para os países que se tranformaram em verdadeiros paraísos fiscais.
O Estado, paga cerca de 25 mil euros mensais ao Victor Constâncio, mais de quatro vezes o salário do 1º Ministro e com um salário desses, não tem responsabilidades pelo que se está a passar no sector bancário? Esse salário, não é pago para que tenha responsabilidades?
Se ele não é responsável, porque razão pagamos um salário mais que chorudo, a um irresponsável?
Para isso, metemos meia dúzia de arrumadores de carros no lugar dele e do seu grupo de trabalho, deixando que as coisas andem por si. Pagaríamos muito menos e garanto-vos que isto nunca chegaria ao ponto onde chegou. É que os arrumadores de carros, esses no mínimo, zelam pelo património daqueles que lhes dão uma moedinha, enquanto o Victor e o seu bando, só se interessam pelos seus mais que bons ordenados. Essa é que é essa!
E ainda por cima, 0 governo de Sócrates pôs-se do lado desse governador, aprovando a ineficácia do trabalho elaborado. O governo socialista, apoia o colega do mesmo partido, que permitiu a banca rota de várias instituições bancárias.
Quem sai aos seus, não degenera.
Com a política deste governo sobre o sector financeiro, os nossos tostões já não se encontram em segurança nos bancos, pois que, quando esses entram em falência técnica ou financeira, ninguém se responsabiliza pela devolução do dinheiro, ao seu legítimo dono.
Os gerentes dos bancos, dilapidaram fortunas (dos outros) em maus investimentos, mas continuam nos mesmos postos de trabalho a ganhar balúrdios, como se tivessem feito um excelente trabalho. Só lhes faltam as medalhas!
Muitos clientes já perderam todo o seu património financeiro, pois nem os bancos nem o Estado, se responsabilizam pela devolução dos depósitos. Tudo isto aconteceu, porque a supervisão do Victor e do seu grupo, falhou redondamente nas suas funções. Serão eles incompetentes ou inaptos? Incompetência ou inaptidão, escolham o adjectivo que melhor os represente.
Os ordenados que o Estado lhes paga, são um um enorme e puro desperdício para aqueles que contribuem com os seus impostos. O nosso país, não sai do imbróglio em que essa gente o meteu. O governo, nem ata nem desata.
Já nos encontramos no penúltimo lugar, na União Europeia a 27. Neste andar, muito rapidamente encontrar-nos-emos nos últimos, do rancking mundial.
É o quê? Desprestigiante? Não! É isso sim, humilhante.
D. Afonso Henriques, D. Dinis, Luís de Camões, o Infante D. Henrique,Vasco da Gama, Bartolomeu Dias, Pedro Alvares Cabral, Afonso de Albuquerque, Fernando Magalhães, D. Nuno Álvares Pereira e tantos outros que tanto lutaram para transformar este país e conseguiram ( pois o passado fala por si), numa grande Nação, onde quer que estejam devem interrogar-se:
Onde foi que Erramos?

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